Bolo de Farinha de Milho

Tem um tempo que tô doida de vontade de comer um bolo de milho. Ontem acordei com a ideia fixa e mal abri os zói corri pro pc pra procurar uma receita boa e prática.

Como não poderia deixar de ser, achei-a no site que mais amo, o Panelaterapia. ❤ Amo porque além de amar culinária (embora a gula e ansiedade muitas vezes arruínem meus pratos), as receitas são testadas e apetitosas só de olhar. Tati (eu cheia de intimidades kkkkkkkkkk) é muito caprichosa. 🙂

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Ingredientes

2 xícaras de leite
2/3 xícara de óleo
3 ovos
2 xícaras de açúcar
2 xícaras de farinha de milho
25g de queijo parmesão ralado
50g de coco ralado
1 colher (sopa) de fermento em pó

Mão na massa

Bata no liquidificador por 2 minutos o leite, o óleo e os ovos.
Agora acrescente o açúcar, a farinha de milho e o queijo parmesão ralado.
Junte o côco ralado e o fermento em pó, bata rapidamente só para misturar.
Coloque a massa em forma untada com óleo e enfarinhada (use farinha de trigo). Leve ao forno pré-aquecido em 220º para assar. Faça o teste do palito (enfie um palito de dente no centro do bolo, saiu limpo, tá pronto). No meu forno, cerca de 40 minutos.

Receita daqui! 😉

Obs¹.: No meu bolo não coloquei queijo ralado porque minha irmã odeia receitas doces com queijo, e a criatura tem um faro melhor que o de cachorro da PF.

Obs².: Como no site ela sempre explica, cada forno é um forno. No dela assou em cerca de 40 minutos, no meu foi em 1h10. O forno daqui é um pavor, eu sei! Mas é o que tem pra hoje! kkkkkkkkkk Então é sério, nada mais eficaz que o teste do palito pra verificar se o bolo está assado! 😉

E agora a expectativa e a realidade! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Ô dó da formiguinha… Um dia eu chego lá! 😉

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bolo1Além de não ser uma expert na arte culinária também sou um horror como fotógrafa, ainda mais sem uma câmera digna e com um celular que é UÓ!!

Sério, eu coloco o dedo no lugarzinho na tela pra bater a foto, daqui que a tela “leia” a digital pra disparar a foto a mão já tremeu mais que vara verde, aí fica difícil tirar uma foto respeitável! :p kkkkkkkkkkkk

E uma foto menos pior do bolo de manhã (já que meia-noite eu estava tirando o danado do forno! 😮 ). 😀

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21 motivos para o seu bebê ter um animal de estimação

Especialistas afirmam que animais de estimação ajudam crianças a desenvolver a imaginação, noções de responsabilidade e respeito. Uma pesquisa realizada na Finlândia também mostrou que bebês que tiveram contato com cães ou gatos no primeiro ano de vida apresentaram menos infecções respiratórias e de ouvido do que crianças que não cresceram próximas a esses animais.

Mas se você ainda está na dúvida sobre ter um animal de estimação para conviver com seu filho, separamos 21 “motivos” para acabar com suas incertezas. Confira:

Fonte: http://catracalivre.com.br/brasil/

Dia da Abolição da Escravatura

No dia 13 de maio se comemora no Brasil a Abolição da Escravatura. Nesta data, em 1888, foi sancionada a Lei Áurea, lei que acabou com a escravatura no Brasil tendo sido assinada pela Princesa Isabel.

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O Brasil foi o último país livre da América a abolir totalmente a escravatura.

História da Abolição da Escravatura no Brasil

A escravatura foi prática comum no Brasil desde o período colonial até o fim do Império. A maior parte dos escravos era proveniente do continente africano, mas uma parte da população indígena brasileira também sofreu escravidão. Os escravos eram usados principalmente na agricultura.

A Lei Áurea, que pretendia acabar de forma definitiva com a escravidão no Brasil, foi precedida por uma série de outras leis, que foram começando a libertar os escravos e retirar poderes dos fazendeiros.

Em 1850, veio a Lei Eusébio de Queirós, que extinguiu o tráfico negreiro para o país; em 1871, foi a vez da Lei do Ventre Livre, que libertava os filhos nascidos de mulheres escravas a partir daquele ano; e, em 1885, foi criada a Lei Saraiva-Cotegipe, que ficou conhecida como Lei dos Sexagenários: que alforriava escravos com mais de 60 anos, o que, na verdade, pouco adiantou já que poucos sobreviviam até essa idade e os libertos não tinham como se manter.

A escravidão hoje

Infelizmente a escravidão ainda persiste em nosso país. Agora, os escravos que trabalham no Brasil são brasileiros, têm os mais variados tons de pele e – pior! – não há como inventar ainda mais leis para defendê-los. As leis que existem seriam suficientes para colocar ordem na situação, mas tem muita gente que não as cumpre!

Quando existia a escravatura africana, os escravos eram comprados como qualquer outro produto vendido na prateleira e o cliente se tornava seu dono. Hoje, essa ideia de posse não existe mais, por isso a escravidão moderna é chamada de trabalho análogo ao escravo, ou seja, muito cruel, mas em condições um pouco diferentes: o que acontece é que, além de não garantirem os direitos do trabalhador, os maus patrões inventam maneiras de o empregado não conseguir sair do “emprego”, ou melhor, do seu domínio.

Quer um exemplo? Os moços – geralmente fazendeiros – oferecem emprego, transporte e um adiantamento do salário combinado, além das ferramentas para o trabalho, mas, já no primeiro dia de trabalho, mudam a conversa: dizem que tudo será descontado do salário deles, até mesmo o equipamento que eles usam para produzir, como se fosse um aluguel.

Desse jeito, as dívidas só aumentam e o empregado não pode deixar o local sem pagá-las. Acontece que eles ganham pouco, por isso, honrá-las é uma missão impossível e eles não conseguem se livrar dessa dependência.

A atividade que mais aplica esse sistema é a pecuária considerando o número de casos denunciados, aproximadamente 60% do total. Mas, em quantidade de trabalhadores, é o cultivo da cana-de-açúcar que mais mantém pessoas nessa condição. Os estados líderes nesse tipo de exploração são Piauí, Maranhão, Pará e Mato Grosso.

É claro que existem leis que proíbem essas práticas absurdas e a mais importante delas aguarda votação é a PEC – Proposta de Emenda Constitucional 438, que vai definir, em todo o território brasileiro, que quem cometer esse tipo de crime terá suas terras confiscadas.

Muitas grandes empresas se recusam a fazer negócios com acusados de praticar trabalho escravo e muitos bancos já não emprestam dinheiro para eles. Para identificar essas pessoas, existe a chamada lista suja. Nela, é possível pesquisar os envolvidos e punir quem desrespeitar a lei.

Palestra com a jurista Eliana Calmon

Com o tema “Empoderamento da Mulher”, a ex-ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ) (de 1999-2013) e ex-corregedora do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a jurista Eliana Calmon, realiza palestra na Faculdade da Cidade do Salvador (FCS).

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Tendo como público-alvo os estudantes do curso de Direito da Instituição, o evento acontece hoje, às 19h, no auditório do Edifício Nobre (Comércio).

As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas no local do evento. As vagas são limitadas.

Mais informações com a coordenação do curso de Direito pelo contato 3254-6012.

——————— UPDATE! ———————

Look para o evento 😉Foto0362

Se você não sabe perdoar sem esquecer, é sinal de que não compreendeu ainda a Verdade e o Caminho a seguir.
Procure perdoar e esquecer as mágoas e ofensas, as intrigas e calúnias.
Mantenha-se em tal atitude, que nenhuma calúnia o possa atingir.
Perdoe e siga seu caminho.
Quando o caluniador abrir os olhos, você estará tão distante dele, que não poderá mais ouvir sua voz cheia de veneno.

Bom dia! :*